Wednesday, January 04, 2006

.se a sabedoria me fosse continua como a noite
seriam as cidades aquáticas
e cintilaria eu como um barco branco.

de sílaba em sílaba envelhece-se séculos
e o sangue é cada vez mais húmido

da primeira vez em meu redor.e há objectos mitológicos
como se desejasse a eternidade.e na respiração do poema
ressurjo como última habitante última.como se imaginasse uma garganta.

5 Comments:

Blogger Achador said...

gosto do "como se" como forma de acto escrito...gosto, gostei muito.

January 04, 2006 10:48 AM  
Blogger porfirio said...

..."e o sangue é cada vez mais húmido"... "última habitante"??! embalado no fluxo verbal da tua seiva transbordante aninho-me no jorro como se o habitasse.

ó minha ícara de asa aleijada... tás melhor?
bjos duendita

January 04, 2006 3:52 PM  
Blogger spartakus said...

ìcara?...dasse...

January 05, 2006 4:10 AM  
Blogger sonia r. said...

Também posso ir ? Bjos.

January 05, 2006 7:33 AM  
Blogger deumus said...

Bom dia.

January 07, 2006 5:07 AM  

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